Descontrolo orçamental, leva a corte em obras essenciais.

A pouco mais de 3 meses das eleições, o executivo PSD  apresentou uma revisão que revela o completo descontrolo orçamental que se vive atualmente na Câmara Municipal. Os investimentos em obras de prioridade discutível derrapam, ainda em fase de projeto, e em vez de ajustar os projetos ao dinheiro disponível, optam por cobrir as derrapagens com dinheiro da própria autarquia. 

O descontrolo orçamental é evidente, por exemplo, em obras como o Centro dos Vinhos Verdes ou a Casa da Igreja. Duas obras que, se estima, vão custar, aproximadamente, 5 milhões de euros. Grande parte deste valor será suportado por fundos próprios da autarquia.

Estes devaneios são, aliás, uma regra para este executivo. Assim tem sido com milhões para obras faraónicas, e tostões para obras essenciais.

Para permitir lançar as referidas obras, foi necessário proceder a um reforço de aproximadamente dois Milhões de Euros. Como diz o povo, "empurram com a barriga" a despesa para anos vindouros. Mas tudo isto terá que ser pago.

Esta revisão orçamental é um prenúncio do futuro a curto prazo da autarquia. A "conta" está a chegar: as contratações excessivas, as obras faraónicas e os empréstimos para fazer as obras essenciais - que deveriam ser feitas com o dinheiro disponível se houvesse rigor - colocam em causa o equilíbrio das contas, que tanto custou aos mondinenses recuperar.

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